Hoje eu estava pensando, absorta, enquanto fazia as compras quinzenais de minha mãe, no que eu queria ser quando crescer... Ai, eu pensei, pensei, pensei e me dei conta de que sou uma balzaquiana infantil! PASMEM!!!! Compreendi que faço parte de uma geração que teve uma infância feliz, uma adolescência normal, um início de vida adulta maior que o recomendado, uma faculdade prolongada por motivos fúteis, um emprego meia-boca que me fornece a grana pra eu ser relativamente independente, uma casinha dada por meus pais, e uma pseudo-liberdade. Não construí família, não quero casar, e ainda penso que tenho todo o mundo pela frente. Mas, pensando bem, bem, bem, eu penso assim, ó: Tenho uma família complexa e altamente maravilhosa, tenho uns namoricos aí que me rendem alguns aprendizados, tenho uns amores que me matam e ressuscitam, tenho amigos excepcionais, tenho um trabalho que posso construir e resconstruir com poucos, com uns muitos, com uma quantidade relativamente importante para alg...
Ficar visível? Onde? No MSN? Eu, hein... nã! Pra quê? Pra "quele" lá vir me encher a paciência? Me torrar os "pacovis"? Vai, vai, num sei nem pra onde eu te mando, viu? Sei não. Tá bom de tomar juízo. E se não tiver, toma vodka, se não tiver toma canhaça mesmo! Duvido que não tenha! Tá vendo que eu vou ficar "online" no facebook também, tá doido? Lá tem vírus demais. Ah, e tem chatos também, sabe aquela pessoinha lá, que eu adicionei por educação, mano... Sabe o que é isso? Ah, nem eu. Mas, continuando... Mané ficar de papo... eu fico é off, invisível, e o escambau! Ora, vai se vendo mesmo... tem tanta gente chata... Mas, sabe, né? Tenho que adicionar, tenho que atualizar, tenho que postar, tenho que mostrar que tenho vida além disso... Aí, passo o dia todo "off-line", mas vendo todo mundo, ao mesmo tempo que atualizo meu status, ao mesmo tempo que posto fotos, que falo com uns poucos aqui ou ali, que crio uma redoma, que finjo ou que vivo. Sabe...
Gostei do poema. bjs.
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