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Mais um título

Faz tempo que não posto mais nada. E o problema é este celular conectado sempre! Um vinho aberto ao final do dia. Penso demais em quem não deveria. Dizem que preciso casar. Dizem. E eu olho. Às vezes penso. No mais, um dia a mais e a menos. (Bora logo encerrar isso).

Mais do Mesmo - Parte N

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Falar sobre amor, desamor, dor, morte, nascimento, carnaval, natal, festejos, lágrimas, sorrisos. É para isso que serve esse espaço virtual quase desabitado. Ajuda bastante escrever. Ajuda bastante saber que nem todo mundo vai ler, como se fosse algo postado no Facebook. Ajuda poder colocar em linhas o que porventura venha nos causando inundação emocional. É bom poder libertar, mesmo de forma limitada, o que estamos sentindo. Mesmo que as palavras saiam em forma de letra de música. Mesmo que as palavras saiam em forma de imagens. Ou poesias. Às vezes, somos politicamente corretos, às vezes não o somos. Às vezes temos o que acrescentar. Às vezes o que enfatizar. Às vezes, o que repetir. E algumas vezes, para opinar sobre situações que nunca nos aconteceram. No presente momento, por exemplo, estou triste e alegre ao mesmo tempo. Ganhei um priminho de presente - o Enzo. Mas perdi uma amiga de mais de 15 anos de amizade!! Dói quando esquecemos que vamos morrer e lem...

E começa mais um ano!

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Em recesso de sentimentos por sentir demais. Quem sabe o Carnaval devolva minha alegria costumeira! Mesmo assim, Feliz 2016!!!

Dei um aperto de saudade no meu tamborim!

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Hoje, já faz quase dois anos que estou na escolinha de percussão da Unidos da Cachorra. Escolhi o tamborim, ou foi ele quem me escolheu. Sobre esses dias, estes sábados, eu não tenho nada de negativo a dizer. Sei que não me dediquei ano passado, devido à N motivos que nem valem ser explicitados. Este ano, consegui avançar na velocidade, em vários desenhos. Mas meu carreteiro tem um defeito na volta. O som sai arrastado. Meu tamborim tem as cicatrizes, minha baqueta também. Minha baqueta nova já está arrastando. E eu não sei como resolver. "Quem poderá nos defender?" Acho que vou insistir mais um ano. "Eu consisto, amém."

Sobre alguma coisa que eu já falei

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Todo ano, repito sobre SAUDADE. Nunca, antes do meu primeiro ente querido falecer, senti tanta SAUDADE. Quem é vivo, trate de matá-la. Depois, fica o peso. Fica a dor. Sim, é dor. Sim, nunca para de doer. O que acontece, como podem ver em postagens anteriores, é que nos acostumamos a ela! Nos acostumamos à dor, à saudade.  À dor da saudade. O dia mente a cor da noite E o diamante a cor dos olhos Os olhos mentem dia e noite a dor da gente" Enquanto houver você do outro lado Aqui do outro eu consigo me orientar A cena repete a cena se inverte enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar tua palavra, tua história tua verdade fazendo escola e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar metade de mim agora é assim de um lado a poesia o verbo a saudade do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim e o fim é belo incerto... depende de como você vê o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só Só enquanto eu respirar Vou me lembrar d...

Tulipas

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E o que eu sei sobre AMAR? Agora eu sei que nada sei. Mas ninguém quer ensinar. Insisto, insisto, insisto, amém. "Tulipa e raiz" foi o nome que me deram para a banda a seguir. E o meu espanto ao descobrir o nome correto? "AFF"

Sabe aquele gelo que você me deu?

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Eu tô tomando ele na balada com 'uísque' e 'Red Bull'. E quem irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que existe razão? (Legião Urbana com doses de Wesley Safadão) E quem vai dizer que não?